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Gelo flutuante nos lagos de Titã?

A partir de fotos tiradas em 08 de janeiro de 2013 pela sonda “Cassini” através das duas câmeras a bordo que foram projetadas, desenvolvidas e montadas no JPL,

Concepção artística de lagos em Titã

Concepção artística de lagos em Titã

surge nessa imagem  uma previsão artística sobre a existência de gelo de hidrocarbonetos formando em um mar de hidrocarboneto líquido da lua de Saturno, Titã. Um novo modelo científico sugere que grupos gélidos de metano e etano, mostrado aqui de cor clara e podem flutuar sob algumas condições.

A missão Cassini-Huygens é um projeto cooperativo da Nasa, da Agência Espacial Europeia e a Agência Espacial Italiana.

Crédito: NASA / JPL-Caltech / USGS

Adaptação para língua portuguesa: Marcelo Pelucio (www.marcelopelucio.org)

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Arcos nos céus

Os anéis de Saturno parecem formar um majestoso arco de todo o planeta nesta imagem da nave espacial Cassini.

Imagem registrada pela sonda Cassini

Imagem registrada pela sonda Cassini

Esta visão olha para o lado iluminado dos anéis e essa imagem foi tirada a partir da câmera grande angular da nave espacial da Cassini, em 15 de junho de 2013, através de um filtro espectral sensível aos comprimentos de onda do infravermelho. A distância estimada no momento do registro era de 1.100 mil km de Saturno.

A missão “Cassini –Huygens” é um projeto cooperativo da Nasa, da Agência Espacial Europeia e a Agência Espacial Italiana. A sonda Cassini e suas duas câmeras a bordo foram projetadas, desenvolvidas e montadas no JPL. A equipe controladora das imagens está baseada no Instituto de Ciência Espacial, em Boulder, estado do Colorado, EUA.

Crédito de imagem e texto original: NASA / JPL- Caltech / Space Science Institute

Adaptação para a língua portuguesa: Marcelo Pelucio (www.marcelopelucio.org)

A Lareira Cósmica

A Grande Nebulosa de Orion é destaque nesta incrível imagem do Telescópio “WISE“ o equipamento de infravermelho explorador da NASA.

Crédito da imagem : NASA / JPL- Caltech / WISE Equipe

Crédito da imagem : NASA / JPL- Caltech / WISE Equipe

A constelação de Orion, no período de dezembro a abril de cada ano, é proeminente no céu noturno em todo o mundo.

A nebulosa de Orion (catalogada como “Messier 42”) está localizada na espada de Orion, pendurado em seu famoso cinto de três estrelas. O aglomerado de estrelas embutido na nebulosa é visível a olho nu como uma única estrela, com alguma imprecisão aparente para os observadores mais atentos. Devido à sua importância, as culturas de todo o mundo deram um significado especial para Orion;

– Os Maias, na América Central, vislumbravam a parte inferior do Orion, o cinto e os pés (as estrelas “Saiph” e “Rigel”), e interpretavam essa Nebulosa como o “fogo cósmico da criação cercada pela fumaça do suposto evento. Em todas as casas maias, no centro delas, havia uma formação triangular numa lareira de três pedras. Essa metáfora retrata no fundo uma realidade porque a Nebulosa de Orion é um dos lugares secretos do Universo, nessa enorme nuvem de poeira e gás, novas estrelas estão sendo forjadas e é um dos locais mais próximos de formação de estrelas a partir da Terra e , portanto, fornece aos astrônomos a melhor vista do nascimento estelar. Muitos outros telescópios foram usados ​​para estudar a nebulosa em detalhe , encontrando maravilhas como discos de formação planetária em torno de estrelas recém-formadas. O “WISE” realiza um levantamento de todo o céu e a capacidade de ver esses locais de formação de estrelas se estende por um campo maior que seis vezes a largura da lua cheia, abrangendo uma região com cerca de 100 anos-luz de diâmetro. Nele , vemos a nebulosa Orion cercado por grandes quantidades de poeira interestelar, de cor verde.

Os astrônomos agora percebem que a nebulosa de Orion é parte de um complexo de nuvens moleculares ainda maior, que inclui também a Nebulosa da Chama outro complexo da Via Láctea que está ativamente fazendo novas estrelas.

Crédito da Imagem: Observatório Austral Europeu

Crédito da Imagem: Observatório Austral Europeu

 

Texto Original: http://wise.ssl.berkeley.edu/gallery_OrionNebula.html

Tradução da língua inglesa  e adaptação: Marcelo Pelucio (www.marcelopelucio.org)

Foto do Planeta Marte

Crédito: NASA/JPL-Caltech

Crédito: NASA/JPL-Caltech

Combinação de sete imagens da câmera instalada no lado direito do robô “Curiosity” da NASA. As imagens foram   tiradas no 343º dia marciano, dia 24 de Julho de 2013.

As duas pedras cinzentas que podem ser vistas perto do centro da cena são informalmente chamadas “gêmeas Cairns Island” e estavam acerca de 30 metros da “Curiosity” nessa foto.

Este mosaico de fotos teve o branco equilibrado para mostrar como seria essa cena sob as condições de iluminação igual da Terra, trata-se de tratamento  realizado para que seja mais fácil distinguir e reconhecer materiais nas rochas e no solo.

Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech / Malin Space Science Systems

Texto original: Nasa, tradução e adaptação Marcelo Pelucio (www.marcelopelucio.org)