De onde vem a agravidade

Você não…

Mas os físicos pensam sobre a gravidade o tempo todo.

Para eles, a gravidade é um dos mistérios a serem resolvidos, a fim de obter uma compreensão completa de como o Universo funciona.

Então, o que é a gravidade e de onde ele vem?

gravidade

Eles ainda não estão inteiramente certos.

Sabemos por Isaac Newton e sua lei da gravitação que qualquer objeto no Universo exerce uma força de atração sobre outro. Esta relação é baseada na massa dos dois objetos e a distância entre eles. Quanto maior for a massa de um objetos e a mais curta distância, mais forte será a força da força gravitacional que esse objeto exerce sobre outro .

Sabe-se também que a gravidade pode trabalhar em um sistema complexo com vários objetos. Por exemplo, em nosso próprio Sistema Solar, não só o Sol exerce gravidade em todos os planetas, mantendo-os em suas órbitas, mas cada planeta exerce uma força de gravidade sobre o Sol, assim como todos os outros planetas, também, todos os em graus variáveis ​​com base na massa e a distância entre os corpos. E isso vai além de apenas o nosso Sistema Solar, como de fato, cada objeto que tem massa no Universo atrai cada outro objeto que tem massa – mais uma vez, todos em diferentes graus com base na massa e distância.

Albert Einstein, na sua teoria da relatividade, explicou como a gravidade é mais do que apenas uma força: é uma curvatura no contínuo espaço-tempo. Isso soa como algo saído de ficção científica, mas simplesmente, a massa de um objeto faz com que o espaço em torno dele dobre-se criando uma curvatura.

Representação sobre a curvatura do espaço-tempo exercida pelos corpos celestes.

Representação sobre a curvatura do espaço-tempo exercida pelos corpos celestes.

Isso é muitas vezes retratado como uma bola pesada colocada em uma folha de borracha, e outras bolas menores caem em direção ao objeto mais pesado, porque a folha de borracha é deformada pelo peso da bola pesada.

Na realidade, não podemos ver curvatura do espaço diretamente, mas podemos detectá-lo nos movimentos dos objetos. Qualquer objeto sob a influência da gravidade de outro corpo celeste é afetado porque o espaço que ele está se movendo é curvado em direção a esse objeto.

gravity-orbits

A animação 2- dimensional de como funciona a gravidade. Via do espaço da NASA lugar.

Nós também podemos ver os efeitos da gravidade sobre a luz em um fenômeno chamado de lente gravitacional. Se um objeto no espaço é grande o suficiente como uma grande galáxia ou aglomerado de galáxias – ele pode causar um feixe de luz em curva em torno dela, criando um efeito de lente gravitacional.

Imagens do telescópio espacial Hubble, mostrando um efeito de lente gravitacional . Crédito: NASA / ESA .

Imagens do telescópio espacial Hubble, mostrando um efeito de lente gravitacional . Crédito: NASA / ESA.

Mas estes efeitos – onde existem basicamente curvas, morros e vales no espaço – por razões que desconhecemos não se pode realmente explicar totalmente. Além de ser uma característica do espaço, a gravidade é também uma força (mas é a mais fraca das quatro forças), e pode ser uma partícula, também. Alguns cientistas propuseram partículas chamadas grávitons e que esses causem atração em outros objetos. Mas grávitons nunca foram realmente observados. Outra ideia é que as ondas gravitacionais são geradas quando um objeto é acelerado por uma força externa, mas estas ondas nunca foram detectadas diretamente.

Nossa compreensão da gravidade quebra tanto no “mundo” do muito pequeno quanto no muito grande: no nível dos átomos e moléculas, a gravidade simplesmente para de funcionar. E nós não podemos descrever o interior de buracos negros e nem no momento do “Big Bang”, sem a matemática completamente cair aos pedaços. Justamente porque nossa compreensão da física de partículas e da geometria de gravidade ainda está incompleta.

“Depois de ter passado dos entendimentos basicamente filosóficos de por que as coisas caem, descrições matemáticas de como as coisas aceleraram na descida de Galileu, as equações de Kepler descrevendo o movimento planetário para a formulação de Newton das leis da física, a formulações da relatividade de Einstein, estamos na construção de uma visão mais abrangente da gravidade. Mas ainda não está completa”, disse o Dr. Pamela Gay.”

Dr. Palema Gay

Dr. Palema Gay

Sabemos que ainda precisa existir alguma forma de unir a mecânica quântica e a gravidade e, na verdade, sermos capazes de escrever as equações que descrevem os centros de buracos negros e os primeiros momentos do Universo. Mas nós não estamos lá ainda.”

E assim, o mistério permanece… Por hora.

Texto original em inglês criado de Nancy Atkinson editora sênior da “Universe Today” e Instituto de Ciência Lunar da Nasa e trabalha  365 dias com Astronomia.

Adaptação para a língua portuguesa: Marcelo Pelucio (www.marcelopelucio.org)

Texto original: http://www.universetoday.com/75705/where-does-gravity-come-from/#ixzz2mdKPgZuQ

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Uma resposta para “De onde vem a agravidade

  1. PAGGINJKLAEWTS

    PELO QUE EU TENHO OBSERVADO NAS TEORIAS DOS “RENOMADOS CIENTISTAS”, GERALMENTE HOUVE ALGUM EQUÍVOCO E, NO CASO DE ALBERT EINSTEIN, A TEORIA DA RELATIVIDADE GERAL, É UMA DELAS.

    A AFIRMAÇÃO DE QUE A GRAVIDADE É: ” A CURVATURA DO ESPAÇO-TEMPO, PROVOCADO POR CORPOS DE GRANDES MASSAS”; NO MEU ENTENDER, NÃO SERIA VERDADEIRO, POIS, NA VERDADE, O QUE PODEMOS DEFINIR O QUE SEJA A GRAVIDADE, NADA MAIS É DO QUE O EFEITO PROVOCADO PELAS FORÇAS ELETROMAGNÉTICAS EXISTENTES ENTRE OS CORPOS, DE ONDE PODEMOS DIZER, QUE ESSE EFEITO SERIA A”LEI DO RETORNO”, OU SIMPLESMENTE, O EFEITO BUMERANGUE EXISTENTE ENTRE A ATRAÇÃO ENTRE OS CORPOS A PARTIR DA INFLUÊNCIA DAS CARGAS POSITIVAS E NEGATIVAS, POIS, EM TODA MATÉRIA NO UNIVERSO, EXISTE A POLARIZAÇÃO DE CARGAS ELETROMAGNÉTICAS POSITIVAS E NEGATIVAS E, QUANDO HÁ A IONIZAÇÃO DE CORPOS MENORES SOB A INFLUÊNCIA DE CORPOS DE MASSAS MAIORES, AÍ SIM, OCORRE A GRAVITAÇÃO UNIVERSAL ENTRE ELES.

    COMO EXEMPLO, NO CASO DO SISTEMA SOLAR, ONDE O SOL QUE TEM MASSA MAIOR QUE OS OUTROS ASTROS AO SEU REDOR, O ASTRO-REI QUE, EM TESE, SERIA UM ÁTOMO E OS CORPOS CELESTES AO SEU REDOR, QUE PODERÍAMOS DEFINI-LOS COMO ELÉTRONS, ENTÃO, O POLO POSITIVO DO SOL AO ATRAIR OS PLANETAS, OS QUAIS SE TORNAM IONIZADOS, EXTERNAMENTE NEGATIVOS E INTERNAMENTE POSITIVOS, DURANTE OS SEIS MESES DO ANO (TERRA), AO SE APROXIMAREM DO PERIÉLIO, ESTANDO EXTERNAMENTE CARREGADOS NEGATIVAMENTE, SOFREM A REPULSÃO PARA IR ATÉ O AFÉLIO, DEVIDO A AÇÃO DE MESMA CARGA NEGATIVA EXISTENTE ENTRE OS PLANETAS E O SOL, POIS CARGAS ELÉTRICAS DE MESMO SINAL SE REPELEM.

    COM ESSE MODELO, OUSADAMENTE, PODEMOS DIZER, QUE QUANTO A ESTRUTURA DE UM ÁTOMO, HOUVE TAMBÉM EQUÍVOCO DO CIENTISTA JAMES CHADWICK (1932), QUANDO, SUPOSTAMENTE, AFIRMOU QUE NO INTERIOR DO ÁTOMO EXISTEM PARTÍCULAS NEUTRAS; SE EXISTISSEM CARGAS NEUTRAS NÃO HAVERIA ESTABILIDADE DO NÚCLEO ATÔMICO, POIS, EM SENDO ASSIM, OS PRÓTONS ATRAIRIAM OS ELÉTRONS DA ELETROSFERA E O ÁTOMO ESTARIA NEUTRALIZADO.

    PARA QUE HOUVESSE A ESTABILIZAÇÃO DO NÚCLEO ATÔMICO, DEVERIA HAVER CARGAS POSITIVAS E NEGATIVAS DENTRO DO PRÓPRIO NÚCLEO, PORQUE O QUE FAZ COM QUE OS ELÉTRONS GIREM EM TORNO (NA ELETROSFERA), É EXATAMENTE, A INFLUÊNCIA QUE O NÚCLEO COM ESSAS CARGAS POSITIVAS ATRAIAM PARA O CENTRO E EXPULSE PARA FORA PELA AÇÃO DAS OUTRAS CARGAS NEGATIVAS NO INTERIOR. COMO OS ELÉTRONS GIRAM NA VELOCIDADE DA LUZ, ISSO FEZ COM QUE O CIENTISTA ALEMÃO HEISENBERG, LAÇASSE O PRINCÍPIO DA INCERTEZA.

    VOLTANDO A TEORIA DA RELATIVIDADE GERAL, APRESENTO UMA NOVA PROPOSTA PARA OS INTERESSADOS, A QUAL DENOMINO DE: TEORIA DA RELATIVIDADE GERAL CÓSMICA.

    • Considerando-se o Sol como um astro imóvel, então para a equação dessa relatividade geral limitada ao Sistema Solar teríamos:
    ETotalSol = EpSol + EcSol + EeSol + ERadSol + C
    ETotalTerra = EpTerra + EcTerra + EeTerra + Ec.RotTerra + ERadTerra + C
    ΣETotal(Sol+Terra) = Λ [ EpS + (EcS=0) + EeS + ERadS + EpT + EcT + EeT + Ec.RotT + ERadT + 2C ] x [ G.(MS.MT) Δs.Δv.Δt ]

    Obs: EcS=0, pois o Sol, supostamente estaria fixo no cosmos!
    • Significado dos termos da equação:
    Λ = Constante cósmica associada ao vácuo.
    EpS = G.MS.MT / r (Energia Potencial do Sol em relação à Terra)
    EcS = ½. MS.V² = 0 (Energia Cinética Translacional do Sol)
    EeS = p . t (Energia Eletromagnética do Sol), onde: “p”(potência); “t” (tempo).
    ERadSol = E.B (Energia Radiante do Sol), onde E e B, respectivamente, são:
    μο campos elétrico e magnético. μο (permeabilidade magnética)
    EpT = G.MS.MT / r (Energia potencial da Terra em relação ao Sol)
    EcT = ½. MT.V² (Energia Cinética Translacional da Terra)
    EeT = p . t (Energia Eletromagnética da Terra), onde: “p”(potência); “t” (tempo).
    Ec.RotT = ½ . I.ω² (Energia Cinética Rotacional da Terra), onde: “I” (momento inercial); “ω” (movimento angular).
    ERadTerra = E.B (Energia Radiante da Terra), onde E e B, respectivamente, são:
    μο campos elétrico e magnético. μο (permeabilidade magnética)
    C = f . λ (Radiação Eletromagnética), onde: “c” (velocidade da luz); “f”(freqüência); “ λ” (comprimento de onda).
    Δs (Diferença do Espaço).
    Δv (Diferença da Velocidade).
    Δt (Diferença do Tempo).

    • Teoria da Relatividade Geral Limitada à Via Láctea!
    ΣE = [Λ] x [W] x [μο]-² x { 2μο [ (G.MS.MT) + Δs ( (p . t) + c ) ] + Δs μο [ (MS .C²) + (I.ω²) ] + 2 Δs E.B }
    Ou: ΣE = [Λ] x [G .r. Σcos (θ )] x [μο]-² { 2μο [ (G.MS.MT) + Δs ( (p . t) + C ) ] + Δs μο [ (MS.C²) + (I.ω²) ] + 2 Δs E.B }

    Por outra ótica de análise, relacionando-se as demais galáxias com a Via Láctea e, considerando-se as mesmas propriedades universais, sendo assim, a expressão acima apresentada poderia ser chamada de:

    • Teoria da Relatividade Geral Cósmica!

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